Máxima na Mídia

04 Apr 2017

Conheça a modalidade de crédito home equity

Você sabia que pode levantar um empréstimo por juros mais baixos que os cobrados na maioria das linhas de crédito tradicionais do mercado? Basta dar como garantia seu imóvel residencial próprio, uma casa ou apartamento, e o banco repassa parcela do valor dele como financiamento que você pode pagar em até 15 ou 20 anos.

Conhecida como home equity, essa modalidade de crédito ainda pouco difundida no País, mas amplamente usada nos Estados Unidos, tem atraído cada vez mais clientes como opção de crédito, até mesmo para a troca por empréstimos mais caros, como o do cheque especial e do cartão de crédito, nestes tempos de crise econômica e sufoco financeiro.

O custo é baixo porque, ao conceder o financiamento, o banco recebe como garantia de pagamento um bem real, o imóvel, por meio de alienação fiduciária. Se deixar de pagar as prestações, o tomador do empréstimo pode ficar sem o imóvel dado como garantia.

Feito o pedido de empréstimo, percorre-se um roteiro de tr-mites que segue o passo-a-passo de quem solicita um financiamento imobiliário. Começa pela avaliação do imóvel a ser ofertado em garantia e do estado da documentação, da ficha cadastral do interessado e da sua situação perante os órgãos de proteção ao crédito, sua capacidade de pagamento das prestações e tudo o mais das etapas percorridas por quem vai atrás de um crédito habitacional. É preciso que tudo esteja em ordem e as condições sejam atendidas para que o dinheiro finalmente pingue na conta do cliente.

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BANCO PAULISTA

Um dos financiamentos com garantia de imóvel existentes no mercado é o Paulista Home Equity, ofertado pelo Banco Paulista, com acesso pelo site do banco www.paulistahe.com br. O diretor de home equity do banco, Alexandre Gomide, explica que o financiamento é uma operação de varejo para pessoa física e pode ser usado para a compra de imóvel, reforma, ampliação ou melhora de uma unidade de propriedade do interessado. O Banco Paulista empresta até 50% do valor de avaliação do imóvel oferecido como garantia. Quem for dono de uma unidade residencial de R$ 1 milhão poderá levar até R$ 500 mil de crédito para pagamento em até dez anos.

Quem assume um compromisso que exige prestação mensal no valor de R$ 5 mil deve ter renda em torno de R$ 15 mil por mês. A taxa de juro cobrada é pós-fixada, de 1,30% ao mês mais a variação do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Esse é o ponto de partida, explica Gomide, mas os juros podem variar para cima ou para baixo, em torno de uma taxa média de 1,40% a 1,45% ao mês, calcula.

A trajetória de queda da inflação e em sua esteira da taxa básica de juros, a Selic, favorece duplamente a redução do custo do Paulista Home Equity. A avaliação de quem mira um crédito desses, porém, deve ir além do custo financeiro. Como lembra o diretor do produto, ainda que seja uma das linhas mais baratas de financiamento para pessoa física e o prazo bem mais elástico que o de outras linhas de crédito privado, o interessado deve avaliar antes de tudo se sua renda é suficiente para bancar o pagamento em dia das prestações. O cuidado deve ser redobrado em momentos de incertezas econômicas que o País atravessa, porque o prazo de financiamento é longo e pode reservar percalços imprevistos pelo caminho.

BANCO MÁXIMA

O CredMáxima, do Banco Máxima (www.bancomaxima.com.br), é outra opção de financiamento pelo home equity ou operação de empréstimo garantido por imóvel, uma linha de crédito que está em período promocional, com juros menores e prazo maior de pagamento. Até 13 de maio, o cliente que toma empréstimo pelo CredMáxima paga taxa de juros de 1,40% ao mês mais a inflação pelo IPCA. Ou, se preferir, um juro prefixado mensal de 1,80%. O prazo de pagamento é 20 anos.

O valor mínimo do imóvel dado como garantia é R$ 300 mil e o mínimo financiado, R$ 30 mil. O porcentual máximo de empréstimo será equivalente a 50% do valor do imóvel. O uso do dinheiro do crédito é livre, a gosto ou necessidade do tomador. Pode ser destinado a benfeitorias no imóvel que possui, pagamento de dívidas mais caras, investimento em educação e até em franquias.

Fonte: Jornal O Liberal – 04/04/2017